sexta-feira, 7 de março de 2008

Foto do Dia NGEO 07 03 2008


Coffee Break, Arizona, United States, 1996

Photograph by Vincent J. Musi

For many people, diners—and their colorful employees—represent relics of a slower, gentler era. Historians trace the first diner to 1872 in Providence, Rhode Island, where pressman Walter Scott sold food from a horse-drawn wagon parked outside the Providence Journal newspaper office. Nostalgic for the "good old days," Americans today are fueling a 21st-century diner revival.

(Photo shot on assignment for, but not published in, "Romancing the Road," September 1997, National Geographic magazine)

segunda-feira, 3 de março de 2008

Foto do dia NatGeo 03 03 2008




Gentoo Penguins, Antarctica, 2006

Photograph by Paul Nicklen

Poised to plunge belly-first into the ocean, a colony of gentoo penguins lines up for a dip. Thanks to their sleek bodies and strong paddle-like flippers, gentoos are the world's fastest underwater swimming birds, reaching speeds of up to 22 miles an hour (36 kilometers an hour).

(Photo shot on assignment for, but not published in, "Deadly Beauty," November 2006, National Geographic magazine)

Fotógrafo captura show de cores no fundo do mar; veja

Foto: Richard Merritt FRPS
Os peixes-palhaço se tornaram populares com o desenho 'Procurando Nemo'.
O inglês Richard Merritt faz fotos da vida marinha há 30 anos e reuniu algumas das imagens em uma exposição itinerante que atravessa a Grã-Bretanha até abril.

Merritt é professor de computação em uma universidade na cidade de Plymouth, no sul da Inglaterra e tira as fotos apenas por hobby.

Apesar disso, Merritt ganhou a medalha de ouro na 150ª edição do prêmio International Print Exhibition, realizado pela Royal Photographic Society.

Ele participou com uma foto do tubarão-martelo, tirada no Pacífico Leste.

Ele contou à BBC que se inspirou nos programas de televisão do explorador francês Jacques Cousteau da década de 70 e resolveu comprar uma câmera para fazer fotos das criaturas do fundo do mar.

Merritt prefere tirar as fotos nas águas de regiões próximas à Indonésia, onde a presença dos recifes de coral traz grande diversidade à vida marinha. Além disso, ele conta que prefere mergulhar em águas quentes.

Outra preferência de Merritt são os modelos das câmeras. Ele usa câmeras digitais em alguns casos, mas prefere fazer as fotos com filme.

"Tenho apenas 36 fotos, mas prefiro a qualidade dos filmes", conta.

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Fonte: BBCBrasil

Fotododia 03 03 2008 por Luiz Alves

foto: Luiz Alves

domingo, 2 de março de 2008

Fotododia 2_ 02032008 por alessandro souza

Foto: alessandro souza

Fotododia 02 03 2008 por alessandro souza

Foto: alessandro souza

Foto do Dia NatGeo 01 03 2008





Bison Herd, Yellowstone National Park, Wyoming, 1996
Photograph by Raymond Gehman
Bison thrive in Wyoming's Yellowstone National Park years after fires swept through more than a third of the park. Ecologists now regard wildfires as natural and beneficial in forest ecosystems. They return nutrients to the soil by burning dead or decaying matter, burn off disease-ridden plants and insects, and clear thick canopies and undergrowth, allowing a new generation of seedlings to grow.
(Photo shot on assignment for, but not published in, "Essential Element of Fire," September 1996, National Geographic magazine)

Foto do Dia NatGeo 02 03 2008


Omo Region, Ethiopia, 2000
Photograph by Jodi Cobb
In southern Ethiopia's Omo region, a Hamar child peeks out from under her mother's shawl. The Hamar are among the most elaborately attired of Ethiopia's ethnic groups. Daily dress may include piles of beaded necklaces and metal bracelets, beaded belts and headbands, leather skirts or loincloths, and elaborate, sculptured hairstyles.
(Photo shot on assignment for, but not published in, "Enigma of Beauty," January 2000, National Geographic magazine)

Exposição Fotográfica "A ARTE CONTEMPORÂNEA, A MÃE, OS AVÓS E O CONVÍVIO SOCIAL AOS OLHOS DE TATSUMI ORIMOTO, NO MASP" até 06 de abril 2008



Mil fotografias, 160 desenhos inéditos e 10 vídeos do contemporâneo japonês Tatsumi Orimoto ocupam o 1º e 2º subsolo do Masp entre 11 de janeiro e 06 de abril, em meio às comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. A exposição é a primeira retrospectiva fora do Japão nos 40 anos de carreira do artista e terá ainda a performance 50 Grandmamas, refeição preparada e servida por ele para 50 avós especialmente convidadas
Exposição
O convívio social aos olhos de Tatsumi Orimoto
Realização
MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Os 40 anos de carreira de Tatsumi Orimoto - que podem ser vistos no Museu de Arte de São Paulo de 11 de janeiro a 6 de abril - chegam ao Masp como parte das comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. Orimoto tem boa parte de sua obra dedicada a homenagens aos idosos - muito valorizados na terra do sol nascente - de um jeito diferente. O comportamento social, o individualismo e seu oposto e a integração Ocidente/Oriente formam um conjunto expositivo que chamou a atenção do público em países como Alemanha, Itália, Estados Unidos, Austrália e inclusive Brasil, por ter participado em 1991 e 2002 da Bienal de Sao Paulo.
Para o curador-coordenador do MASP, Teixeira Coelho, "a iniciativa do museu em oferecer esta exposição ao seu público se deve ao fato de que Orimoto mostra de modo singular e em conformidade com um traço característico da cultura japonesa, os recursos que tem a arte contemporânea para ir além dos habituais formalismos que se remetem apenas a si mesmos ou à história da arte". Um dos destaques da exposição - a série Art Mama - dá o tom impresso pelo artista a seu trabalho. A série tem como protagonista a mãe de Orimoto, vítima de Alzheimer. Em fotos e vídeos, a senhora é vista em situações que causam estranheza num primeiro momento, mas que se fazem entender pelo seu contexto de integração social. Para Orimoto, a inclusão da mãe em sua produção artística é uma atitude corajosa e contraditória quanto aos preceitos usuais: ao invés da exclusão social que sua mãe está predestinada, uma vida ativa com repercussão pública internacional.
Outra série, Bread Men, apresenta o artista, ora só, ora em companhia de outras pessoas, com pães amarrados em suas cabeças. Sua mãe, uma vez mais, também participa. As situações são diversas: eventos, caminhadas, encontros no metrô, entrevistas na televisão. O principio básico, segundo Orimoto, é aproximar o Oriente e o Ocidente: o pão como simbologia para estabelecer a comunicação e integração entre as duas partes do mundo. "Planejamos uma série de apresentações de vídeos que relatam as atividades performáticas e os demais experimentos realizados pelo artista a partir da década de 70 até hoje. Nesta época, Tatsumi Orimoto atuava como assistente de Nam June Paik e participou do grupo Fluxus", relata Tereza de Arruda, curadora da exposição.
Seu país e costumes podem ser encontrados nas fotografias e vídeos de performances como "oil cans", que colocam em pauta o espaço físico, questão relevante no Japão, ou ainda em sua visita a hospitais e em asilos, ocasiões em que ele interage com os pacientes. Outro destaque é a seleção de 160 desenhos e aquarelas que transpoem sua inspiracao retirada do cotidiano e servem como ponto de partida para muitas performances por ele concebidas.
VernissageTatsumi Orimoto apresenta em São Paulo a performance 50 Grandmamas, uma oferenda na qual ele serve a tradicional refeição japonesa Nara-cha-meshi, feita de arroz cozido em chá verde, misoshiro, picles e feijão. A idéia nasceu para homenagear a mãe. "A existência de avós me faz sentir a arte. Portanto convido neste momento 50 avós da comunidade nipo-brasileira ao MASP para apreciar minha obra de arte durante a refeição em que as servirei", afirma o artista. Fragilizada pela doença, a mãe de Orimoto não vem ao Brasil.

Local MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis ChateaubriandAv. Paulista, 1578 - Cerqueira César - São Paulo - SP Estacionamento Garagem Trianon - Pça. Alexandre GusmãoProgress Park - Avenida Paulista, 1636 Abertura 10 de janeiro, às 19 horas. Período De 11 de janeiro a 06 de abril. Horário terça-feira a domingo e feriados, das 11h às 18h; quinta-feira até 20h. A bilheteria fecha com uma hora de antecedência. Ingresso R$ 15 (inteira) e R$ 7,00 (estudante), gratuito para menores de 10 anos e maiores de 60 anos. Dia Gratuito Todas as terças-feiras entrada gratuita até as 18:00 horas Serviço Educativo Agendamento de grupos (escolas e outros) 2ª a 6ª das 9h00 às 17h00 - (11) 3283-2585 Ass. Imprensa Comunique Assessoria em ComunicaçãoFone 11 3812 2780 e 7227 4566, com Eduardo Cosomano.eduardo@comunique.srv.br
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Uma boa dica,
Abraços,
Alessandro Souza

sábado, 1 de março de 2008

O dia-a-dia de Chico Fotógrafo por alessandro souza

Através da matéria publicada ontem no Correio Braziliense, dia 29 02 2008, fotografada pela colega Zuleika Souza. Tive o prazer de conhecer ao vivo o personagem, o Sr. Francisco Xavier Bezerra, de 57 anos, conhecido também por Chico Fotógrafo.
Ele é uma figura ímpar, muito atencioso, muito didático, e muito experiente na arte da fotografia. A parte técnica, ele adquiriu aos 15anos de idade, lá no interior da bahia, quando se usava chapas de vidro da Kodak emulsionadas. Depois foi-se adaptando as novas tecnologias da época, até chegar ao filme instantâneo"fuji" de hoje pra fotografias 3x4. Ele também tem guardada uma Nikon com lente 28mm, para usar em momentos especiais, como: casamentos, batizados, desfiles e retratos.
Tempo que passei com ele hoje, foram momentos de muito aprendizado e troca de conhecimentos. Mostrei como é a fotografia digital, falei de como alguns fotógrafo usam os atuais equipamentos e tecnologias digitais.
Uma curiosidade da profissão, ele como fotógrafo que trabalha na praça, não quer que o filho siga a mesma profissão, só se for em fotografias de stúdios o para um grande veiculo de comunicação. Ele quer o filho tenha o estudo e formação escolar que ele não teve.


Pois é, nos momentos que estive em seu stúdio ao ar livre, presenciei quatro clientes sendo fotografados, valor por seis fotografias é de R$10,00, e como a sua propaganda é "Foto colorida em 1min", realmente é 1min, se demorar mais, é porque filme está secando. Ele ascende em uma lata de sardinha com um pouquinho de alcool uma pequena chama para acelerar o processo de secagem, e funciona.


O Convidei para participar do grande evento Mundial "PINHOLE DAY", que acontecerá no último domigo de abril, vejo sua participação muito importante para poder trocar conhecimentos com os mais novos fotógrafos.






Aqui a imagem através do espelho, pois nem todo fotógrafo vê sua imagem.













O Grande Chico Fotógrafo em ação.











Aqui uma pequena recordação.








Pedi ao Chico Fotógrafo, pra que ele tirasse algumas fotos minhas, em três momentos,
com minha inseparável camera,
uma para carteirinha de estudante,
e uma com ele o fotógrafo.











Clientes admiram e comentam a qualidade das fotografias afixadas em uma camera artesanal.





Abraço à todos,

mais fotos aqui


Fotos: Alessandro Souza

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

DEU NO PICTURAPIXEL Fwd: Recomendado por alessandro souza: A imagem do Rio na fotografia que virou grafite.

Olá Candango Fotoclube,

Seu amigo(a), alessandro souza, recomenda a leitura de 'A imagem do Rio na fotografia que virou grafite.' a você.

Veja o que ele/ela tem a dizer:
Deu no Pictura Pixel

A imagem do Rio na fotografia que virou grafite.
Publicado por Claudio Versiani em February 28, 2008 (9:07 am) em fotografia, fotógrafos brasileiros, história

pola0802_5100.jpg
© Paula Cinquetti/retrato & reportagem

O Pixinguinha de Walter Firmo virou grafite no bairro da Lapa no Rio de Janeiro. O autor do desenho é Marcelo Ment.

A nota veio do blog do Alessandro Souza que viu no O Globo. Pictura agradece à Paula Cinquetti que mandou a foto e ao Firmo.

Mais Firmo no blog aqui.

Publicado originalmente: - http://www.picturapixel.com/blog
URL to article: http://www.picturapixel.com/blog/?p=2468



--
Alessandro Souza
(55) 61 8118-7020
http://alessandrosouza.blogspot.com/
http://picasaweb.google.com/alesssouza
www.olhares.com/alesssouza
http://www.flickr.com/photos/alessandrosouza

Foto do Dia NGEO 28 02 2008


Ruins of Nemrud Dagh, Turkey, 2000

Photograph by Reza

The sun sets on the first-century ruins of Nemrud Dagh, Turkey, millennia after it set on the ancient kingdom itself. Built by King Antiochus I in southeastern Turkey, the kingdom is one of the best preserved but least known ruins of the Late Hellenistic period. Its monuments are a story in stone depicting the king, his family and ancestors, and their interaction with the gods.

(Photo shot on assignment for, but not published in, "Wrath of the Gods: Centuries of Upheaval Along the Anatolian Fault," July 2000, National Geographic magazine)

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Esta, eu gostei.

Alessandro Souza

"Sempre estou disposto ao imprevisto" por Cristiano Mascaro

Cristiano Mascaro exibe 50 fotografias em "panorâmica" de sua produção desde os anos 80 no Instituto Tomie Ohtake

Além de exposição, livro lançado hoje revê a sua trajetória, destacando influências de nomes como Cartier-Bresson e Kertész

MARIO GIOIA
DA REPORTAGEM LOCAL

"Um fotógrafo razoável." É como Cristiano Mascaro, 63, se define ao mostrar as 50 imagens que compõem "Todos os Olhares", exposição "panorâmica" ("Retrospectiva não é comigo, eu sou um jovem promissor", brinca) da sua produção, com registros de 1980 a 2008 e curadoria de Agnaldo Farias.
"[As imagens] Vão se encontrando, não é? É, por mais que eu não perceba, não queira, foi esse olho aqui que olhou e elas acabam sempre tendo um vínculo", avalia ele.
"Eu posso ser um fotógrafo razoável, mas eu sempre soube, sem nenhuma má intenção, me aproximar de pessoas admiráveis. O Antonio Candido já fez uma apresentação do meu trabalho, o Ferreira Gullar chamou essas surpresas da fotografia de "espantos", do mesmo modo como o Nelson Rodrigues falava do "sobrenatural"."
Além da mostra, o fotógrafo também é foco de um livro, "Cristiano Mascaro - Desfeito e Refeito" (ed. Bei, organização de Laura Aguiar, R$ 82,50, 128 págs.), que é lançado hoje no instituto. A publicação revisita sua trajetória, com comentários, imagens de sua autoria e de nomes que o influenciaram, como Henri Cartier-Bresson (1908-2004), André Kertész (1894-1985), Ansel Adams (1902-1984) e Sergio Larraín.
"A gente tem de estar disposto para o imprevisto. Eu, pelo menos, não faço um trabalho que você constrói para fotografar. Acho que o sabor da coisa está em, realmente, você sair por aí disposto ao sobrenatural", afirma ele. "O Ansel Adams levou a uma condição extrema a técnica, que virou um elemento de linguagem, ele era muito rigoroso. Mas sua foto mais famosa, "Moonrise, Hernandez, New Mexico" [de 1941], ele fez numa correria, de improviso."
Por isso, São Paulo, cidade de transformações aceleradas e constantes, ainda é um dos principais focos de Mascaro.
"São Paulo exerce um fascínio muito grande sobre mim. Ela está sempre se autodestruindo, não no sentido negativo, se renovando. Há uma diversidade, uma mobilidade, cenários variados. Você fica parado numa esquina, e as coisas acontecem à sua revelia."
E, mesmo sendo retratada por diversas vezes, a cidade não deixa de surpreendê-lo. "Estava fazendo um trabalho por ocasião dos 450 anos de São Paulo para o Instituto Moreira Salles no centro da cidade. Fiquei me hospedando em uns hoteizinhos, e tinha um na Cásper Líbero [o Marian Palace, de 1942] que sempre me interessou. Me hospedei lá e, de madrugada, fui subindo para a caixa d'água. Ao subir a última escadinha, descortinou-se aquela paisagem, foi um fascínio muito grande, um "terra à vista"."
O processo de trabalhar em película também é fundamental para Mascaro. "A satisfação de buscar um lote de provas de contato no laboratório e ver o resultado é muito importante. Vou vendo aos pouquinhos. É igual a uma noite de amor, você não quer que acabe logo."


CRISTIANO MASCARO - TODOS OS OLHARES
Quando: abertura hoje (convidados), às 20h; de ter. a dom., das 11h às 20h; até 4/5
Onde: Instituto Tomie Ohtake (av. Brigadeiro Faria Lima, 201, tel. 0/xx/11/ 2245-1900)
Quanto: entrada franca
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ISTO É MASCARO

Nasceu em Catanduva, interior de São Paulo, em 1944, e tem hoje 63 anos
Estudou na FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) entre 1964 e 1968
Em 1968, começa a trabalhar como repórter-fotográfico na revista "Veja"
Em 1974, vira professor e dirige o Laboratório de Recursos Audiovisuais da FAU-USP; faz sua primeira mostra individual, "Paisagem Urbana"

Principais prêmios e bolsas
Bolsa Vitae de Artes (1990)
Prêmio Especial Porto Seguro (2007)

Principais livros
"Luzes da Cidade" (1996)
"O Patrimônio Construído" (2002)
"Cristiano Mascaro - Coleção Senac" (2006)
"Cidades Reveladas" (2006)

Tem fotografias nos acervos da Biblioteca Nacional e do Centro Georges Pompidou, em Paris (França); do Museu Internacional de Fotografia/Casa George Eastman, em Rochester (EUA); do MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo); do Masp (Museu de Arte de São Paulo); da Pinacoteca do Estado; e do Instituto Moreira Salles, entre outras instituições
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Fonte: Jornal Folha de São Paulo, edição 28 de fevereiro de 2008.
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Blog do Alê, divulgando a notícia em primeira mão, a você colega fotógrafo.
Não deixem de conferir aqui o blog do Candango Fotoclube
Alessandro Souza

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Fotógrafo sem pernas registra olhares curiosos


Kevin Connolly viajou 15 países tirando fotos que mostram reação das pessoas.


A deficiência não foi obstáculo para Connolly, que além de ganhar segundo lugar na categoria mono-esqui nos X-Games, ele viaja por vários lugares em cima de seu skate.

Na foto, um garoto encara o fotógrafo na Romênia. Connolly afirma que, ao fotografar, é como se ele estivesse respondendo ao olhar curioso das pessoas sobre o fato de ele não ter pernas.

Connolly conta que a reação das crianças é curiosa. Uma menina já o perguntou se a falta de pernas era um truque, outra se ele havia sido comido por um tubarão. Na foto, uma criança na Croácia.
Fonte: BBCBrasil

Fotógrafo registra beleza natural de tribos da África; veja



O fotógrafo Hans Silvester registrou imagens de membros de duas tribos africanas que têm um gosto em comum: a pintura corporal e o uso de adereços extravagantes encontrados na natureza.

Silvester viajou várias vezes pela região do vale do Omo em outros trabalhos e ficou fascinado pelo modo como os representantes das tribos Mursi e Surma se decoravam.

Para os Surmaris e Mursis, uma folha, um fruto, raízes e plantas são facilmente transformados em adereços naturais e, depois, enaltecidos pela pintura corporal.

Os pigmentos usados nas pinturas também são encontrados na natureza, como pedras em pó, barro, frutos vermelhos e plantas.

As imagens das tribos Surma e Mursi, do vale do Omo, no leste da África, foram reunidas no livro Natural Fashion - Tribal Decoration from Africa (Moda Natural - Decoração Tribal da África, em tradução livre), lançado neste mês pela editora Thames & Hudson.

De acordo com a editora, o livro reúne imagens de "um modo de vida cada vez mais frágil e ameaçado pelos conflitos, pelo aquecimento global e pelo turismo".

Fonte: BBCBrasil

Foto do Dia NGEO 27 02 2008


Berber Woman, Taarart, Morocco, 2005

Photograph by Alexandra Boulat

A Berber woman shows her hand, stained dark with henna for a wedding in the Moroccan town of Taarart. There are about 25 million Berbers—also known as Amazigh—living in Morocco and Algeria. They trace their roots back thousands of years before the seventh century Arab conquest that brought Islam to the region's mountains and deserts.

(Text adapted from and photo shot on assignment for, but not published in, "Among the Berbers: A Journey Through Morocco's High Atlas Mountains," January 2005, National Geographic magazine)

Lançamento de Livro com fotografias "Os carnavais sem platéia" de Carlos Vergara

Artista lança livro com Fotografias aque mostram o lado mais denso e ritualístico da folia no Rio, de 1972 a 1976.
Nos anos 1970, o artista plástico Carlos Vergara se lançou com uma máquina fotográfica nas ruas do Rio, em busca de um carnaval "mais sombrio". Algumas das fotos foram expostas em 1972, numa mostra no Museu de Arte Moderna do Rio. Outras, captadas depois, nunca foram expostas.


Fonte: Jornal O Globo, edição 27 02 08

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Já viram ou se Lembram deste equipamento? Velha película, e flash Frata.

Foto: Luiz Alves
Posted by Picasa

Getty imagens aceita oferta de US$ 2,4 bilhões de fundo

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, edição 26 02 2008.

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Acho que nos interessa prezados colegas fotógrafos.
Alessandro Souza