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terça-feira, 12 de agosto de 2008

Convite para abertura do Projeto "Por que eu fotografo?"Ação e reflexão


A multifacetada produção atual de fotografias coloca em segundo plano a reflexão sobre a qualidade e diversas outras questões sobre o fazer fotográfico. Para motivar essa reflexão, um grupo de 40 fotógrafos realiza o projeto Por que eu fotografo?, que inicia com uma exposição, um debate interativo e uma intervenção urbana. São 46 fotografias acompanhadas de pequenos textos que respondem à pergunta: Por que eu fotografo? Veja as fotos e participe do debate, que é aberto a todos, profissionais, amadores e interessados.

Fotógrafos participantes:

Alain Barki

Alan Marques

Alan Santos

Alessandro Souza

Antonio Antunes

Armando Salmito

Arthur Monteiro

Breno Fortes

Carlos Aversa

Claudio Versiani

Duda Bentes

Ed Ferreira

Eraldo Peres

Fernando Croitor

Hélio Rocha

Henry Macario

Isabela Lyrio

Jefferson Rudy

Jorge Diehl

José Rosa

Josemar Gonçalves

Kazuo Okubo

Leonardo Amaral

Lourenço Cardoso

Luis Tajes

Luísa Molina

Miguel Angelo

Patrick Grosner

Ricardo Padue

Ricardo Reis

Rinaldo Morelli

Roberto Castello

Roberto Castro

Rose May Carneiro

Sérgio Fonseca

Susana Dobal

Usha Velasco

Wládia Drummond

Zuleika de Souza

segunda-feira, 10 de março de 2008

Abertura Park Fashion



Fotos: Alessandro souza,
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Estive hoje na abertura do Park Fashion, vi as fotos do concurso, o nível está alto para ser de concurso só para amadores. Acho que, quem fotografa são profissionais e quem viaja são os amadores, mas, desconfianças a parte, o importante é que a fotografia esteja lá, no mais alto pódium, ela merece.
Abraço a todos,
Alessandro Souza
mais fotos aqui no picasa.
não esqueçam de clickar em apresentação de slides

Posted by Picasa

domingo, 2 de março de 2008

Exposição Fotográfica "A ARTE CONTEMPORÂNEA, A MÃE, OS AVÓS E O CONVÍVIO SOCIAL AOS OLHOS DE TATSUMI ORIMOTO, NO MASP" até 06 de abril 2008



Mil fotografias, 160 desenhos inéditos e 10 vídeos do contemporâneo japonês Tatsumi Orimoto ocupam o 1º e 2º subsolo do Masp entre 11 de janeiro e 06 de abril, em meio às comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. A exposição é a primeira retrospectiva fora do Japão nos 40 anos de carreira do artista e terá ainda a performance 50 Grandmamas, refeição preparada e servida por ele para 50 avós especialmente convidadas
Exposição
O convívio social aos olhos de Tatsumi Orimoto
Realização
MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Os 40 anos de carreira de Tatsumi Orimoto - que podem ser vistos no Museu de Arte de São Paulo de 11 de janeiro a 6 de abril - chegam ao Masp como parte das comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. Orimoto tem boa parte de sua obra dedicada a homenagens aos idosos - muito valorizados na terra do sol nascente - de um jeito diferente. O comportamento social, o individualismo e seu oposto e a integração Ocidente/Oriente formam um conjunto expositivo que chamou a atenção do público em países como Alemanha, Itália, Estados Unidos, Austrália e inclusive Brasil, por ter participado em 1991 e 2002 da Bienal de Sao Paulo.
Para o curador-coordenador do MASP, Teixeira Coelho, "a iniciativa do museu em oferecer esta exposição ao seu público se deve ao fato de que Orimoto mostra de modo singular e em conformidade com um traço característico da cultura japonesa, os recursos que tem a arte contemporânea para ir além dos habituais formalismos que se remetem apenas a si mesmos ou à história da arte". Um dos destaques da exposição - a série Art Mama - dá o tom impresso pelo artista a seu trabalho. A série tem como protagonista a mãe de Orimoto, vítima de Alzheimer. Em fotos e vídeos, a senhora é vista em situações que causam estranheza num primeiro momento, mas que se fazem entender pelo seu contexto de integração social. Para Orimoto, a inclusão da mãe em sua produção artística é uma atitude corajosa e contraditória quanto aos preceitos usuais: ao invés da exclusão social que sua mãe está predestinada, uma vida ativa com repercussão pública internacional.
Outra série, Bread Men, apresenta o artista, ora só, ora em companhia de outras pessoas, com pães amarrados em suas cabeças. Sua mãe, uma vez mais, também participa. As situações são diversas: eventos, caminhadas, encontros no metrô, entrevistas na televisão. O principio básico, segundo Orimoto, é aproximar o Oriente e o Ocidente: o pão como simbologia para estabelecer a comunicação e integração entre as duas partes do mundo. "Planejamos uma série de apresentações de vídeos que relatam as atividades performáticas e os demais experimentos realizados pelo artista a partir da década de 70 até hoje. Nesta época, Tatsumi Orimoto atuava como assistente de Nam June Paik e participou do grupo Fluxus", relata Tereza de Arruda, curadora da exposição.
Seu país e costumes podem ser encontrados nas fotografias e vídeos de performances como "oil cans", que colocam em pauta o espaço físico, questão relevante no Japão, ou ainda em sua visita a hospitais e em asilos, ocasiões em que ele interage com os pacientes. Outro destaque é a seleção de 160 desenhos e aquarelas que transpoem sua inspiracao retirada do cotidiano e servem como ponto de partida para muitas performances por ele concebidas.
VernissageTatsumi Orimoto apresenta em São Paulo a performance 50 Grandmamas, uma oferenda na qual ele serve a tradicional refeição japonesa Nara-cha-meshi, feita de arroz cozido em chá verde, misoshiro, picles e feijão. A idéia nasceu para homenagear a mãe. "A existência de avós me faz sentir a arte. Portanto convido neste momento 50 avós da comunidade nipo-brasileira ao MASP para apreciar minha obra de arte durante a refeição em que as servirei", afirma o artista. Fragilizada pela doença, a mãe de Orimoto não vem ao Brasil.

Local MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis ChateaubriandAv. Paulista, 1578 - Cerqueira César - São Paulo - SP Estacionamento Garagem Trianon - Pça. Alexandre GusmãoProgress Park - Avenida Paulista, 1636 Abertura 10 de janeiro, às 19 horas. Período De 11 de janeiro a 06 de abril. Horário terça-feira a domingo e feriados, das 11h às 18h; quinta-feira até 20h. A bilheteria fecha com uma hora de antecedência. Ingresso R$ 15 (inteira) e R$ 7,00 (estudante), gratuito para menores de 10 anos e maiores de 60 anos. Dia Gratuito Todas as terças-feiras entrada gratuita até as 18:00 horas Serviço Educativo Agendamento de grupos (escolas e outros) 2ª a 6ª das 9h00 às 17h00 - (11) 3283-2585 Ass. Imprensa Comunique Assessoria em ComunicaçãoFone 11 3812 2780 e 7227 4566, com Eduardo Cosomano.eduardo@comunique.srv.br
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Uma boa dica,
Abraços,
Alessandro Souza

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Fernando Lemos inaugura nova fase de galeria



São Paulo, terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Fernando Lemos inaugura nova fase de galeria

Olido, localizada no centro de SP, dará mais espaço para fotografia; Andujar e Benedicto vão ganhar exposições

Português radicado em SP desde 1954, Lemos terá exibidas imagens inéditas de sua família e do quarto centenário paulistano


Fotografia de Fernando Lemos na Oca, no Ibirapuera, em 1954


MARIO GIOIA
DA REPORTAGEM LOCAL

Uma série inédita de fotografias feitas para o quarto centenário de São Paulo de Fernando Lemos, 81, é uma das atrações da nova fase da Galeria Olido, no centro da cidade, que passa agora a exibir prioritariamente mostras fotográficas.
"Fernando Lemos Preto e Branco" exibirá cerca de 150 obras do fotógrafo, artista plástico e poeta português radicado em São Paulo desde 1954, justamente o ano em que a cidade comemorava seus 400 anos.
O diretor do CCSP (Centro Cultural São Paulo), Martin Grossmann, assina a curadoria da exposição, junto de dois curadores-assistentes, Henrique Siqueira e Monica Caldiron.
"A mostra marca essa nova etapa da galeria, e o nome do Fernando Lemos é importante por representar um artista com variada produção e com forte participação como gestor, à frente do próprio Centro Cultural", diz Siqueira. Lemos foi o segundo diretor do CCSP.
Entre as fotografias expostas, destaca-se um conjunto inédito de sete imagens feitas em 1954, nos preparativos de São Paulo para seu quarto centenário. São alguns dos primeiros registros de Lemos na cidade, onde se radicou ao fugir do regime salazarista em Portugal.
Há um outro conjunto de imagens inéditas, a série "Manhã de Domingo", feita nos anos 70, na qual Lemos faz instantâneos de seus três filhos ainda crianças em uma São Paulo pouco reconhecível hoje.
No entanto, a produção surrealista de Lemos, feita entre o final dos anos 40 e o início da década seguinte, continua a ser um dos pontos altos da fotografia de Lemos. Reconhecida recentemente em âmbito internacional, há 14 imagens dessa fase presentes na Olido.
Outros segmentos menos conhecidos da produção de Lemos são apresentados, como os livros da editora infanto-juvenil Giroflé, fundada por ele nos anos 60, logotipos, padronagens de cerâmica, desenhos e poemas, entre outros itens. "Acabei de voltar de Lisboa e ainda estou me preparando para a mostra", diz o fotógrafo.

Outras exposições
De acordo com Siqueira, o espaço terá mostras de Claudia Andujar e Nair Benedicto, ainda neste ano. E, dentro de sua política de resgatar produções do acervo municipal, a exemplo da mostra de B. J. Duarte (1910-1995), exibida no ano passado, será montada uma exposição com fotografias de Fredi Kleemann (1927-1974). Também foram abertas inscrições para o edital do programa anual de fotografia. Mais informações no site www.centrocultural.sp.gov.br.

FERNANDO LEMOS PRETO E BRANCO
Quando:
abertura hoje, às 19h30; de ter. a sex., das 9h às 21h30, sáb. e dom., das 12h30 às 20h; até 13/4
Onde: Galeria Olido (av. São João, 473, sobreloja, tel. 3331-8399)
Quanto: entrada franca