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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Dica da Zuleika Souza: Exposição Alex Flemming




Dica da Zuleika Souza, abetura de exposicao Fotografica

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Exposição exibe fotos raras e inéditas de Londres

19/08/2008 - 11h32

Fox Photos / Hulton Archive
Foto de exposição em Londres mostra homem suspenso a mais de 180 metros do chão limpando o relógio Big Ben
VEJA MAIS FOTOS DA EXPOSIÇÃO
GUIA DE DESTINOS: LONDRES
Uma mostra em Londres reúne fotos raras e inéditas dos principais pontos históricos da cidade. Intitulada "London Through a Lens" (Londres através de uma lente, em tradução literal), a exposição traz fotos feitas desde 1843 e que contam um pouco da história da cidade.

Um dos maiores destaques da exposição é uma foto da construção da famosa Tower Bridge, feita em 1892. A foto foi tirada seis anos antes da inauguração da ponte elevadiça, que se tornou uma das principais atrações turísticas da cidade.

Apesar de exibir imagens de pontos famosos, a mostra traz imagens que revelam também o cotidiano da capital. É o caso da foto em que um servidor público, suspenso por uma corda a 180 metros do chão, aparece limpando o relógio Big Ben.

Outro exemplo é foto "Moving Eros", que mostra a retirada da estátua de Eros, localizada na fonte de Piccadilly Circus, no centro de Londres, por ocasião da Segunda Guerra Mundial.

"A exposição é tão diversa quanto a própria capital", afirma a diretora da galeria Getty Images, que abriga a mostra, Louise Garczewska. "London Through a Lens" fica em cartaz na Getty Images Gallery de 21 de agosto até 27 de setembro.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Abertura da Exposição do Fotógrafo Dirceu Maués, FNAC Brasília





Fotos: Alessandro Souza
Local: FNAC Brasília
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Exposição do Fotógrafo Dirceu Maués, vale a pena conferir.

MAIS FOTOS AQUI NO PICASA

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sábado, 19 de julho de 2008

Exposição de Walter Carvalho, A cidade Anunciada, Local: FNAC Brasília




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Vale a pena conferir a exposição PB de Walter Carvalho, Local: FNAC Brasília, e aproveite e tome um café no Franz´s.
Abraço a Todos,
Espero que gostem

Alessandro Souza
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sexta-feira, 6 de junho de 2008

Mostra na Pinacoteca retrata como a violência influi na arquitetura das cidades, por André Gardenberg

05/06/2008 - 22h28

Mostra na Pinacoteca retrata como a violência influi na arquitetura das cidades

Da Redação
André Gardenberg / Divulgação
Meninos em janela com grades fotografados por André Gardenberg para a mostra "Arquitetura do Medo"
VEJA IMAGENS DA EXPOSIÇÃO
Retratar como a violência modificou a arquitetura e os hábitos das cidades: esse foi o objetivo do fotógrafo baiano André Gardenberg nas imagens da exposição "Arquitetura do Medo", que será inaugurada no próximo sábado (7), na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Para Gardenberg, as grades, arames e muros que compõem a paisagem urbana contemporânea são sinais de uma sociedade "aflita e aprisionada". As imagens da exposição, que tem curadoria de Diógenes Moura, mostram como uma estética quase medieval de barreiras contra inimigos externos se tornou cotidiana nas grandes cidades.

Nascido em Salvador em 1956, André Gardenberg formou-se em jornalismo no Rio de Janeiro e começou a trabalhar com fotografia, especialmente imagens em movimento. Tendo passado pelo fotojornalismo esportivo e cultural, o fotógrafo apresentou sua primeira exposição em 2001, chamada "Arquitetura do Tempo", na qual abordava a morte e as tentativas da sociedade em despistá-la. Seguundo Gardenberg, "Arquitetura do Medo" é a segunda parte dessa "trilogia de situações-limite".


MAIS FOTOS AQUI
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André Gardenberg - "A Arquitetura do Medo"
Onde:
Pinacoteca do Estado - Praça da Luz, 2, São Paulo - tel. (11) 3324-1000
Quando: 07 de junho (abertura das 11h às 14h) a 10 de agosto, de terça a domingo das 10h às 18h
Quanto: R$ 4,00 (grátis aos sábados)

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Exposição Fundação Pierre Verger no Senado Federal




Fotos: Alessandro Souza
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Prezados Leitores,
Não Percam a exposição do Pierre Verger, Local: Térreo Senado Federal, Chapelaria.
Abraços,
Alessandro Souza

mais fotos Aqui

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quinta-feira, 24 de abril de 2008

Exposição Prêmio Brasília Céu Aberto - Shopping Casa Park



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Fotos: Alessandro Souza
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mais fotos aqui, no picasa

segunda-feira, 10 de março de 2008

Abertura da Exposição "Corpos Marcados" por Marco de Bari

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Para quem gosta de tatuagens e fotografia, vai uma boa dica desta abertura de exposição.

Alessandro Souza

domingo, 2 de março de 2008

Exposição Fotográfica "A ARTE CONTEMPORÂNEA, A MÃE, OS AVÓS E O CONVÍVIO SOCIAL AOS OLHOS DE TATSUMI ORIMOTO, NO MASP" até 06 de abril 2008



Mil fotografias, 160 desenhos inéditos e 10 vídeos do contemporâneo japonês Tatsumi Orimoto ocupam o 1º e 2º subsolo do Masp entre 11 de janeiro e 06 de abril, em meio às comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. A exposição é a primeira retrospectiva fora do Japão nos 40 anos de carreira do artista e terá ainda a performance 50 Grandmamas, refeição preparada e servida por ele para 50 avós especialmente convidadas
Exposição
O convívio social aos olhos de Tatsumi Orimoto
Realização
MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Os 40 anos de carreira de Tatsumi Orimoto - que podem ser vistos no Museu de Arte de São Paulo de 11 de janeiro a 6 de abril - chegam ao Masp como parte das comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. Orimoto tem boa parte de sua obra dedicada a homenagens aos idosos - muito valorizados na terra do sol nascente - de um jeito diferente. O comportamento social, o individualismo e seu oposto e a integração Ocidente/Oriente formam um conjunto expositivo que chamou a atenção do público em países como Alemanha, Itália, Estados Unidos, Austrália e inclusive Brasil, por ter participado em 1991 e 2002 da Bienal de Sao Paulo.
Para o curador-coordenador do MASP, Teixeira Coelho, "a iniciativa do museu em oferecer esta exposição ao seu público se deve ao fato de que Orimoto mostra de modo singular e em conformidade com um traço característico da cultura japonesa, os recursos que tem a arte contemporânea para ir além dos habituais formalismos que se remetem apenas a si mesmos ou à história da arte". Um dos destaques da exposição - a série Art Mama - dá o tom impresso pelo artista a seu trabalho. A série tem como protagonista a mãe de Orimoto, vítima de Alzheimer. Em fotos e vídeos, a senhora é vista em situações que causam estranheza num primeiro momento, mas que se fazem entender pelo seu contexto de integração social. Para Orimoto, a inclusão da mãe em sua produção artística é uma atitude corajosa e contraditória quanto aos preceitos usuais: ao invés da exclusão social que sua mãe está predestinada, uma vida ativa com repercussão pública internacional.
Outra série, Bread Men, apresenta o artista, ora só, ora em companhia de outras pessoas, com pães amarrados em suas cabeças. Sua mãe, uma vez mais, também participa. As situações são diversas: eventos, caminhadas, encontros no metrô, entrevistas na televisão. O principio básico, segundo Orimoto, é aproximar o Oriente e o Ocidente: o pão como simbologia para estabelecer a comunicação e integração entre as duas partes do mundo. "Planejamos uma série de apresentações de vídeos que relatam as atividades performáticas e os demais experimentos realizados pelo artista a partir da década de 70 até hoje. Nesta época, Tatsumi Orimoto atuava como assistente de Nam June Paik e participou do grupo Fluxus", relata Tereza de Arruda, curadora da exposição.
Seu país e costumes podem ser encontrados nas fotografias e vídeos de performances como "oil cans", que colocam em pauta o espaço físico, questão relevante no Japão, ou ainda em sua visita a hospitais e em asilos, ocasiões em que ele interage com os pacientes. Outro destaque é a seleção de 160 desenhos e aquarelas que transpoem sua inspiracao retirada do cotidiano e servem como ponto de partida para muitas performances por ele concebidas.
VernissageTatsumi Orimoto apresenta em São Paulo a performance 50 Grandmamas, uma oferenda na qual ele serve a tradicional refeição japonesa Nara-cha-meshi, feita de arroz cozido em chá verde, misoshiro, picles e feijão. A idéia nasceu para homenagear a mãe. "A existência de avós me faz sentir a arte. Portanto convido neste momento 50 avós da comunidade nipo-brasileira ao MASP para apreciar minha obra de arte durante a refeição em que as servirei", afirma o artista. Fragilizada pela doença, a mãe de Orimoto não vem ao Brasil.

Local MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis ChateaubriandAv. Paulista, 1578 - Cerqueira César - São Paulo - SP Estacionamento Garagem Trianon - Pça. Alexandre GusmãoProgress Park - Avenida Paulista, 1636 Abertura 10 de janeiro, às 19 horas. Período De 11 de janeiro a 06 de abril. Horário terça-feira a domingo e feriados, das 11h às 18h; quinta-feira até 20h. A bilheteria fecha com uma hora de antecedência. Ingresso R$ 15 (inteira) e R$ 7,00 (estudante), gratuito para menores de 10 anos e maiores de 60 anos. Dia Gratuito Todas as terças-feiras entrada gratuita até as 18:00 horas Serviço Educativo Agendamento de grupos (escolas e outros) 2ª a 6ª das 9h00 às 17h00 - (11) 3283-2585 Ass. Imprensa Comunique Assessoria em ComunicaçãoFone 11 3812 2780 e 7227 4566, com Eduardo Cosomano.eduardo@comunique.srv.br
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Uma boa dica,
Abraços,
Alessandro Souza

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

"Sempre estou disposto ao imprevisto" por Cristiano Mascaro

Cristiano Mascaro exibe 50 fotografias em "panorâmica" de sua produção desde os anos 80 no Instituto Tomie Ohtake

Além de exposição, livro lançado hoje revê a sua trajetória, destacando influências de nomes como Cartier-Bresson e Kertész

MARIO GIOIA
DA REPORTAGEM LOCAL

"Um fotógrafo razoável." É como Cristiano Mascaro, 63, se define ao mostrar as 50 imagens que compõem "Todos os Olhares", exposição "panorâmica" ("Retrospectiva não é comigo, eu sou um jovem promissor", brinca) da sua produção, com registros de 1980 a 2008 e curadoria de Agnaldo Farias.
"[As imagens] Vão se encontrando, não é? É, por mais que eu não perceba, não queira, foi esse olho aqui que olhou e elas acabam sempre tendo um vínculo", avalia ele.
"Eu posso ser um fotógrafo razoável, mas eu sempre soube, sem nenhuma má intenção, me aproximar de pessoas admiráveis. O Antonio Candido já fez uma apresentação do meu trabalho, o Ferreira Gullar chamou essas surpresas da fotografia de "espantos", do mesmo modo como o Nelson Rodrigues falava do "sobrenatural"."
Além da mostra, o fotógrafo também é foco de um livro, "Cristiano Mascaro - Desfeito e Refeito" (ed. Bei, organização de Laura Aguiar, R$ 82,50, 128 págs.), que é lançado hoje no instituto. A publicação revisita sua trajetória, com comentários, imagens de sua autoria e de nomes que o influenciaram, como Henri Cartier-Bresson (1908-2004), André Kertész (1894-1985), Ansel Adams (1902-1984) e Sergio Larraín.
"A gente tem de estar disposto para o imprevisto. Eu, pelo menos, não faço um trabalho que você constrói para fotografar. Acho que o sabor da coisa está em, realmente, você sair por aí disposto ao sobrenatural", afirma ele. "O Ansel Adams levou a uma condição extrema a técnica, que virou um elemento de linguagem, ele era muito rigoroso. Mas sua foto mais famosa, "Moonrise, Hernandez, New Mexico" [de 1941], ele fez numa correria, de improviso."
Por isso, São Paulo, cidade de transformações aceleradas e constantes, ainda é um dos principais focos de Mascaro.
"São Paulo exerce um fascínio muito grande sobre mim. Ela está sempre se autodestruindo, não no sentido negativo, se renovando. Há uma diversidade, uma mobilidade, cenários variados. Você fica parado numa esquina, e as coisas acontecem à sua revelia."
E, mesmo sendo retratada por diversas vezes, a cidade não deixa de surpreendê-lo. "Estava fazendo um trabalho por ocasião dos 450 anos de São Paulo para o Instituto Moreira Salles no centro da cidade. Fiquei me hospedando em uns hoteizinhos, e tinha um na Cásper Líbero [o Marian Palace, de 1942] que sempre me interessou. Me hospedei lá e, de madrugada, fui subindo para a caixa d'água. Ao subir a última escadinha, descortinou-se aquela paisagem, foi um fascínio muito grande, um "terra à vista"."
O processo de trabalhar em película também é fundamental para Mascaro. "A satisfação de buscar um lote de provas de contato no laboratório e ver o resultado é muito importante. Vou vendo aos pouquinhos. É igual a uma noite de amor, você não quer que acabe logo."


CRISTIANO MASCARO - TODOS OS OLHARES
Quando: abertura hoje (convidados), às 20h; de ter. a dom., das 11h às 20h; até 4/5
Onde: Instituto Tomie Ohtake (av. Brigadeiro Faria Lima, 201, tel. 0/xx/11/ 2245-1900)
Quanto: entrada franca
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ISTO É MASCARO

Nasceu em Catanduva, interior de São Paulo, em 1944, e tem hoje 63 anos
Estudou na FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) entre 1964 e 1968
Em 1968, começa a trabalhar como repórter-fotográfico na revista "Veja"
Em 1974, vira professor e dirige o Laboratório de Recursos Audiovisuais da FAU-USP; faz sua primeira mostra individual, "Paisagem Urbana"

Principais prêmios e bolsas
Bolsa Vitae de Artes (1990)
Prêmio Especial Porto Seguro (2007)

Principais livros
"Luzes da Cidade" (1996)
"O Patrimônio Construído" (2002)
"Cristiano Mascaro - Coleção Senac" (2006)
"Cidades Reveladas" (2006)

Tem fotografias nos acervos da Biblioteca Nacional e do Centro Georges Pompidou, em Paris (França); do Museu Internacional de Fotografia/Casa George Eastman, em Rochester (EUA); do MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo); do Masp (Museu de Arte de São Paulo); da Pinacoteca do Estado; e do Instituto Moreira Salles, entre outras instituições
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Fonte: Jornal Folha de São Paulo, edição 28 de fevereiro de 2008.
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Blog do Alê, divulgando a notícia em primeira mão, a você colega fotógrafo.
Não deixem de conferir aqui o blog do Candango Fotoclube
Alessandro Souza