terça-feira, 9 de setembro de 2008

Folder BIOMA 1º concurso de fotografia do Cerrado

Exposição Miguel ChiKaoka, Local: FNAC Park Shopping Brasilia





Fotos: Alessandro Souza
Local: FNAC PARK SHOPPING BRASILIA

Mais Fotos Aqui http://picasaweb.google.com.br/alesssouza/ExposiOMiguelChicaoka#
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Bioma: 1o CONSURSO DE FOTOGRAFIA: CERRADO



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From: ADIANTO - Associação de Promoção Social <criscavalli@yahoo.com.br>
Date: 2008/9/9
Subject: Bioma: 1o CONSURSO DE FOTOGRAFIA: CERRADO
To: adianto@yahoogrupos.com.br



Projetos Socioambientais, Esportivos e Culturais
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FESTIVAL TERÁ ENTREVISTAS E WORKSHOPS



A quarta edição do Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco começa amanhã e vai até domingo em Paraty, no Rio. Nomes da fotografia nacional e internacional participam do festival e discutem tendências na área. Além de Bruce Gilden, estarão na cidade Cláudio Edinger, Francesco Cito, Ralph Gibson e Jay Colton, entre outros.
As inscrições para os workshops estão abertas, e as vagas são limitadas. Para as palestras e entrevistas, os ingressos são gratuitos e devem ser retirados meia hora antes do evento. A programação completa e informações sobre as inscrições podem ser obtidas no site www.paratyemfoco.com.br ou pelo telefone 0/xx/24/3372-0082.

Fotógrafo leva "atitude de NY" a Paraty

São Paulo, terça-feira, 09 de setembro de 2008



Bruce Gilden, da Magnum, participa de evento na cidade fluminense e busca "caras malvados" para retratar no país

CRISTINA LUCKNER
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

"Sou conhecido por fazer fotos muito de perto. E, quanto mais velho fico, mais perto chego. Tento dizer mais mostrando menos", diz o americano Bruce Gilden, há dez anos na Magnum Photos.
Gilden, 61, é um "street photographer" (fotógrafo de ruas) e trabalha com fotografia há 40 anos. Seu estilo se baseia em captar imagens como são, sem pose ou manipulação do objeto.
A fascinação pelas ruas e seus personagens começou quando era criança e observava, da janela do segundo andar do apartamento onde morava no Brooklyn, em Nova York, o fluxo lá embaixo. "Fui fisgado."
Estudou sociologia, mas, ao assistir a "Depois Daquele Beijo" (1966), filme de Michelangelo Antonioni sobre um fotógrafo e a discussão sobre a percepção da realidade, resolveu se dedicar à fotografia.
Ele mira a grande angular naqueles que chamam a sua atenção nas ruas, seja em Nova York, na Índia, na Irlanda, no Haiti ou no Brasil, onde estará pela primeira vez nesta quinta, dia 11, para ministrar o workshop "Street Smart: Fotografia de Rua", no Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco, que acontece de amanhã a domingo, em Paraty.
"Sempre quis vir ao Brasil", diz o fotógrafo, "para poder concluir meu próximo projeto, um livro com retratos dos "caras malvados", que venho amadurecendo há algum tempo".
Durante a palestra, ele deve mostrar algumas de suas séries de retratos, como os do livro "After the Off" (1999) -uma colaboração com o escritor Dermot Healy que retrata a vida dos freqüentadores de corridas de cavalos na Irlanda.
Bruce Gilden foi premiado na Europa, no Japão e nos Estados Unidos. Tem oito livros publicados com personagens haitianos, japoneses, irlandeses, ciganos, fashionistas e, claro, nova-iorquinos. "Nasci em Nova York e tenho a atitude nova-iorquina que levo para os países em que fotografo, que inspira meu olhar. Sou um fotógrafo provocador por isso."

Lado oeste
Gilden considera NY seu projeto de vida. Lá, caminha com o "radar" ligado -sempre do lado oeste da rua, algo que não sabe explicar-, à procura do próximo retrato.
Para Gilden, fazer uma foto é um processo físico e dinâmico. "Me movimento, ajusto meu corpo para conseguir o melhor ângulo, algo que a idade agora dificulta", diz, com bom humor.
O uso do flash em seu trabalho tem a função de isolar o objeto em primeiro plano. A luz o ajuda a visualizar e definir os sentimentos que tem pela cidade. "A energia, a ansiedade. Minhas imagens falam da condição da sociedade."
O fotógrafo gosta da elegância que a ausência de cor empresta a suas fotos. "Enxergo em preto-e-branco", brinca, "e isso me faz responder a outros estímulos que não a cor. Estou mais ligado a formas, detalhes de uma situação".

Feira traz destaques do fotojornalismo

São Paulo, terça-feira, 09 de setembro de 2008



2ª edição da "I-Contemporâneo" inclui trabalhos de Thomas Hoepker e Elliott Erwitt, que já estiveram à frente da Magnum

Entre os cerca de cem trabalhos da mostra está famoso registro de Hoepker de jovens com fumaça das Torres Gêmeas ao fundo


SILAS MARTÍ
DA REPORTAGEM LOCAL

Thomas Hoepker passou semanas na cola do boxeador Muhammad Ali para fazer um retrato célebre de seu punho estendido em direção à câmera. Elliott Erwitt sentou mais de seis vezes diante de Marilyn Monroe para conseguir caras e bocas impecáveis. "Naquela época, quando a gente encontrava alguém interessante ou famoso, grudava nele", lembra Hoepker em entrevista à Folha. Já Erwitt tem saudade dos velhos tempos. "Isso que a gente fazia nos anos 60 não existe mais. Hoje sou como motorista de táxi, só faço o que mandam", reclama. Pela falta de tempo e também por causa da morte das grandes revistas fotográficas, como a americana "Life" ou a alemã "Stern", esses fotógrafos trocaram a imprensa pelo mundo da arte e expõem suas fotos em São Paulo, na segunda edição da feira de fotografia "I-Contemporâneo", que é aberta na quarta para convidados. A mostra acontece no nono andar do shopping Iguatemi, que, apesar da falta de vocação para museu, traz a chance de ver instantes marcantes clicados por grandes fotógrafos. São cerca de cem trabalhos, com preços de R$ 3.000 a R$ 9.000. Hoepker, alemão, e Erwitt, francês, ambos radicados em Nova York, já estiveram à frente da agência Magnum, aquela fundada por Henri Cartier-Bresson e amigos e que definiu o que era fotojornalismo -ser registro visual de uma época. É bem isso que Hoepker exibe aqui em uma de suas fotos mais conhecidas. Um grupo de jovens conversa à luz do sol num dia quente no Brooklyn, enquanto ao fundo surge a fumaça preta das Torres Gêmeas, alvejadas momentos antes por dois aviões. Hoepker conta que tentou chegar ao epicentro do ataque, mas ficou preso no trânsito. Foi então na direção oposta e, do outro lado do rio, flagrou um clima nada terrorista. Em respeito às vítimas, disse que esperou três anos para publicar a imagem -estampada na capa de um livro seu-, mas foi acusado de banalizar a violência. "As pessoas são condicionadas pela mídia a enxergar realidades terríveis", diz Hoepker. "Mas depois desligam a TV, e a vida continua. A realidade às vezes pode enganar." Outro exemplo do que parece, mas não é: Andy Warhol, quando posou para Hoepker, não tinha nada da força pop de sua obra. "Ele estava muito nervoso", lembra o fotógrafo. "Parecia um zumbi, muito distante, absolutamente frio." No caso de Erwitt, a missão impossível que pode parecer fotografar Fidel Castro e Che Guevara resultou bem fácil. Ele conta que chegou a Cuba, conheceu uma equipe que fazia um documentário sobre o regime e se misturou ao grupo. "Ficamos lá fumando charutos o tempo todo, eu, Fidel, Che", conta. "Eu fotografei o que podia entre um charuto e outro."

Imagens fora do roteiro
Do outro lado do mundo, o brasileiro Miguel Rio Branco, hoje correspondente da Magnum e com exposição individual na mostra, fotografou cenas de Tóquio para um livro sobre os bastidores do filme "Babel", de Alejandro Iñárritu. Dos 20 dias que passou na cidade, registrou uma série que vai muito além do filme -cujos trechos em Tóquio contam os dramas de uma adolescente surda. Rio Branco, abusando das cores fortes que o consagraram, lança um outro olhar sobre a metrópole: deslumbrante e vazia.

I-CONTEMPORÂNEO
Quando: de quinta a domingo (14/ 9), das 14h às 21h
Onde: shopping Iguatemi - 9º andar (av. Brig. Faria Lima, 2.232, tel. 0/ xx/ 11/8584-1747; livre)
Quanto: entrada franca

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

sábado, 30 de agosto de 2008

domingo, 24 de agosto de 2008

Saida para fotografar faltaram estas,


Fotos: Alessandro Souza

Saída para Fotografar 24 de agosto de 2008, Alessandro Souza e Emanoel Celestino






Fotos : Alessandro Souza
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Saída para fotografar, boas fotos a todos

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Child, Democratic Republic of the Congo, 2000

child runs through a bleak village in the Democratic Republic of the Congo. Conservationist J. Michael Fay trekked some 1,200 miles (1,900 kilometers) across central Africa as part of a yearlong survey of the continent's remaining wild places. Fay designed the route of his Megatransect to skirt towns and villages by as wide a margin as possible, but he occasionally passed through one to survey its impact on surrounding wildlife populations.

(Text adapted from and photo shot on assignment for, but not published in, "Megatransect," October 2000, National Geographic magazine)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Foto do Dia 20 08 2008, do Museu Nacional

Autor: Alessandro Souza
Local: Museu Nacional

Exposição exibe fotos raras e inéditas de Londres

19/08/2008 - 11h32

Fox Photos / Hulton Archive
Foto de exposição em Londres mostra homem suspenso a mais de 180 metros do chão limpando o relógio Big Ben
VEJA MAIS FOTOS DA EXPOSIÇÃO
GUIA DE DESTINOS: LONDRES
Uma mostra em Londres reúne fotos raras e inéditas dos principais pontos históricos da cidade. Intitulada "London Through a Lens" (Londres através de uma lente, em tradução literal), a exposição traz fotos feitas desde 1843 e que contam um pouco da história da cidade.

Um dos maiores destaques da exposição é uma foto da construção da famosa Tower Bridge, feita em 1892. A foto foi tirada seis anos antes da inauguração da ponte elevadiça, que se tornou uma das principais atrações turísticas da cidade.

Apesar de exibir imagens de pontos famosos, a mostra traz imagens que revelam também o cotidiano da capital. É o caso da foto em que um servidor público, suspenso por uma corda a 180 metros do chão, aparece limpando o relógio Big Ben.

Outro exemplo é foto "Moving Eros", que mostra a retirada da estátua de Eros, localizada na fonte de Piccadilly Circus, no centro de Londres, por ocasião da Segunda Guerra Mundial.

"A exposição é tão diversa quanto a própria capital", afirma a diretora da galeria Getty Images, que abriga a mostra, Louise Garczewska. "London Through a Lens" fica em cartaz na Getty Images Gallery de 21 de agosto até 27 de setembro.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Convite: do grupo Fotografos de Brasilia, Arquitetura - um novo olhar e cotidiano

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Tem candangueiro participando, vamos prestigiar ao Emanoel Celestino e colegas.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Convite: II Photopirenopolis 2008


Venha participar,
inscreva-se em uma oficina, assista às exposições e aos debates / entrevistas.
2º ENCONTRO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA EM PIRENÓPOLIS
ENTRE A FÉ E A FEBRE
Exposição do fotógrafo paraense GUY VELOSO
No Cine Theatro Pireneus
abertura: 27/08 as 19:00h
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QUIMIOGRAMAS
oficina com o fotógrafo GUILHERME MARANHÃO
dia 28/08 às 9:00h
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A FOTOGRAFIA EM GRANDES PROJETOS
ENTREVISTA E DEBATE
dia 30/08 às 19:00h
no Cine Theatro Pireneus
com Marco Pereira , Sara Wong e Michael Ende

Visitando Local da Exposição Porque Fotografo?





Fotos: Alessandro Souza

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Rolleiflex MiniDigi AF 5.0




Câmera digital com o design único da Rolleiflex em formato miniatura; tira fotos com até 5 Mpixels, tem tela de LCD de 1,1 polegada no topo, foco e balanço de branco automáticos
US$ 399
www.urbanoutfitters.com