quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Antes da Chuvas, 14:00h dia 17 09 2008

Foto: Alessandro Souza

Convite para Encontro com Autor "Roberto Castello"


O Candango Fotoclube promove mais uma edição do “Encontros com o autor”, projeto que objetiva mostrar e debater a fotografia de Brasília. O convidado é o fotógrafo independente Roberto Castello, com mais de 30 anos de profissão. Castello é autor de quatro livros sobre fotografia patrimonial, sendo que o mais recente, “Brasília: Monumentos, Marcos e Esculturas”, já está na 3ª edição (trilíngue) e foi distribuído em 100 países.

O encontro será dia 23 de setembro, a partir das 19h30, no Balaio Café (CLN 201, bloco B). A entrada é franca.


Conto com a presença de todos vocês.


Alessandro Souza
Presidente do Candango Fotoclube

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Livraria de Arte - Briquet de Lemos, Amplo Acervo de Fotografia Nacional e Internacional

Caros Leitores,

Venho indicar esta livraria, que conta com um grande e variado acervo de livros na área de fotografia e demais artes.
Um Bom Ambiente, somos muito bem recebidos vale a pena conferir.
Boas compras,

Alessandro Souza

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Concurso premiou fotos sobre meio ambiente


Old Groyne. Foto de Robert Kendall

Mais de 1.400 imagens foram incritas no concurso promovido pela Instituição para Gerenciamento da Água e do Meio Ambiente. As fotos vencedoras estarão expostas no Mile End Arts Pavillion, no leste de Londres, do dia 17 de setembro a 11 de outubro.

Happy in Her Own World. Fodo de Abhijit Nandi, Índia
Na descrição do vencedor da competição, a foto reflete a relação entre a Mãe Terra e seus filhos. "Fiz a foto quando esta mulher voltava para casa após um longo dia no trabalho. Quando disse que queria tirar uma foto dela, ela apenas sorriu".

http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/149_fotosambiente/index.shtm

Sony lança câmera digital SLR de 24,6 megapixels

Cine & Foto
Quarta, 10 de setembro de 2008, 09h50 Atualizada às 14h39

AFP
A câmera chegará ao mercado em outubro
A câmera chegará ao mercado em outubro





A Sony apresentou a nova câmera digital SRL "alfa 900", com resolução de 24,6 megapixels.

» Câmeras SLR serão menores
» Sensor chega a 50 MP
» Sony cria sensor de 25 MP

A câmera conta com tecnologia de estabilização de imagem - que ajuda a evitar fotos "tremidas". Seu sistema de auto-foco possui nove sensores com dez pontos de assistência, e a câmera é capaz de tirar cinco fotos por segundo.

Com visor LCD de 3 polegadas, a alfa 900 também oferece a função Intelligent Preview, que permite visualizar os ajustes da imagem antes de fotografar.

Apesar de ter recursos comparáveis a câmeras profissionais de concorrentes de peso como a Nikon e a Canon, a Sony não chama sua A900 de profissional.

A câmera chegará ao mercado no dia 23 de outubro, segundo a AFP. A A900 deve ser vendida, sem lentes, por US$ 3 mil. Lentes, compatíveis com a série Konica Minolta, e acessórios serão vendidos separadamente.

Dicas de Fim de Semana, Exposições Fotográfica Retiradas do Jornal Correio Braziliense 12 09 2008

Dirvirta-se 12 de setembro de 2008

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Folder BIOMA 1º concurso de fotografia do Cerrado

Exposição Miguel ChiKaoka, Local: FNAC Park Shopping Brasilia





Fotos: Alessandro Souza
Local: FNAC PARK SHOPPING BRASILIA

Mais Fotos Aqui http://picasaweb.google.com.br/alesssouza/ExposiOMiguelChicaoka#
Posted by Picasa

Bioma: 1o CONSURSO DE FOTOGRAFIA: CERRADO



---------- Forwarded message ----------
From: ADIANTO - Associação de Promoção Social <criscavalli@yahoo.com.br>
Date: 2008/9/9
Subject: Bioma: 1o CONSURSO DE FOTOGRAFIA: CERRADO
To: adianto@yahoogrupos.com.br



Projetos Socioambientais, Esportivos e Culturais
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FESTIVAL TERÁ ENTREVISTAS E WORKSHOPS



A quarta edição do Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco começa amanhã e vai até domingo em Paraty, no Rio. Nomes da fotografia nacional e internacional participam do festival e discutem tendências na área. Além de Bruce Gilden, estarão na cidade Cláudio Edinger, Francesco Cito, Ralph Gibson e Jay Colton, entre outros.
As inscrições para os workshops estão abertas, e as vagas são limitadas. Para as palestras e entrevistas, os ingressos são gratuitos e devem ser retirados meia hora antes do evento. A programação completa e informações sobre as inscrições podem ser obtidas no site www.paratyemfoco.com.br ou pelo telefone 0/xx/24/3372-0082.

Fotógrafo leva "atitude de NY" a Paraty

São Paulo, terça-feira, 09 de setembro de 2008



Bruce Gilden, da Magnum, participa de evento na cidade fluminense e busca "caras malvados" para retratar no país

CRISTINA LUCKNER
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

"Sou conhecido por fazer fotos muito de perto. E, quanto mais velho fico, mais perto chego. Tento dizer mais mostrando menos", diz o americano Bruce Gilden, há dez anos na Magnum Photos.
Gilden, 61, é um "street photographer" (fotógrafo de ruas) e trabalha com fotografia há 40 anos. Seu estilo se baseia em captar imagens como são, sem pose ou manipulação do objeto.
A fascinação pelas ruas e seus personagens começou quando era criança e observava, da janela do segundo andar do apartamento onde morava no Brooklyn, em Nova York, o fluxo lá embaixo. "Fui fisgado."
Estudou sociologia, mas, ao assistir a "Depois Daquele Beijo" (1966), filme de Michelangelo Antonioni sobre um fotógrafo e a discussão sobre a percepção da realidade, resolveu se dedicar à fotografia.
Ele mira a grande angular naqueles que chamam a sua atenção nas ruas, seja em Nova York, na Índia, na Irlanda, no Haiti ou no Brasil, onde estará pela primeira vez nesta quinta, dia 11, para ministrar o workshop "Street Smart: Fotografia de Rua", no Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco, que acontece de amanhã a domingo, em Paraty.
"Sempre quis vir ao Brasil", diz o fotógrafo, "para poder concluir meu próximo projeto, um livro com retratos dos "caras malvados", que venho amadurecendo há algum tempo".
Durante a palestra, ele deve mostrar algumas de suas séries de retratos, como os do livro "After the Off" (1999) -uma colaboração com o escritor Dermot Healy que retrata a vida dos freqüentadores de corridas de cavalos na Irlanda.
Bruce Gilden foi premiado na Europa, no Japão e nos Estados Unidos. Tem oito livros publicados com personagens haitianos, japoneses, irlandeses, ciganos, fashionistas e, claro, nova-iorquinos. "Nasci em Nova York e tenho a atitude nova-iorquina que levo para os países em que fotografo, que inspira meu olhar. Sou um fotógrafo provocador por isso."

Lado oeste
Gilden considera NY seu projeto de vida. Lá, caminha com o "radar" ligado -sempre do lado oeste da rua, algo que não sabe explicar-, à procura do próximo retrato.
Para Gilden, fazer uma foto é um processo físico e dinâmico. "Me movimento, ajusto meu corpo para conseguir o melhor ângulo, algo que a idade agora dificulta", diz, com bom humor.
O uso do flash em seu trabalho tem a função de isolar o objeto em primeiro plano. A luz o ajuda a visualizar e definir os sentimentos que tem pela cidade. "A energia, a ansiedade. Minhas imagens falam da condição da sociedade."
O fotógrafo gosta da elegância que a ausência de cor empresta a suas fotos. "Enxergo em preto-e-branco", brinca, "e isso me faz responder a outros estímulos que não a cor. Estou mais ligado a formas, detalhes de uma situação".

Feira traz destaques do fotojornalismo

São Paulo, terça-feira, 09 de setembro de 2008



2ª edição da "I-Contemporâneo" inclui trabalhos de Thomas Hoepker e Elliott Erwitt, que já estiveram à frente da Magnum

Entre os cerca de cem trabalhos da mostra está famoso registro de Hoepker de jovens com fumaça das Torres Gêmeas ao fundo


SILAS MARTÍ
DA REPORTAGEM LOCAL

Thomas Hoepker passou semanas na cola do boxeador Muhammad Ali para fazer um retrato célebre de seu punho estendido em direção à câmera. Elliott Erwitt sentou mais de seis vezes diante de Marilyn Monroe para conseguir caras e bocas impecáveis. "Naquela época, quando a gente encontrava alguém interessante ou famoso, grudava nele", lembra Hoepker em entrevista à Folha. Já Erwitt tem saudade dos velhos tempos. "Isso que a gente fazia nos anos 60 não existe mais. Hoje sou como motorista de táxi, só faço o que mandam", reclama. Pela falta de tempo e também por causa da morte das grandes revistas fotográficas, como a americana "Life" ou a alemã "Stern", esses fotógrafos trocaram a imprensa pelo mundo da arte e expõem suas fotos em São Paulo, na segunda edição da feira de fotografia "I-Contemporâneo", que é aberta na quarta para convidados. A mostra acontece no nono andar do shopping Iguatemi, que, apesar da falta de vocação para museu, traz a chance de ver instantes marcantes clicados por grandes fotógrafos. São cerca de cem trabalhos, com preços de R$ 3.000 a R$ 9.000. Hoepker, alemão, e Erwitt, francês, ambos radicados em Nova York, já estiveram à frente da agência Magnum, aquela fundada por Henri Cartier-Bresson e amigos e que definiu o que era fotojornalismo -ser registro visual de uma época. É bem isso que Hoepker exibe aqui em uma de suas fotos mais conhecidas. Um grupo de jovens conversa à luz do sol num dia quente no Brooklyn, enquanto ao fundo surge a fumaça preta das Torres Gêmeas, alvejadas momentos antes por dois aviões. Hoepker conta que tentou chegar ao epicentro do ataque, mas ficou preso no trânsito. Foi então na direção oposta e, do outro lado do rio, flagrou um clima nada terrorista. Em respeito às vítimas, disse que esperou três anos para publicar a imagem -estampada na capa de um livro seu-, mas foi acusado de banalizar a violência. "As pessoas são condicionadas pela mídia a enxergar realidades terríveis", diz Hoepker. "Mas depois desligam a TV, e a vida continua. A realidade às vezes pode enganar." Outro exemplo do que parece, mas não é: Andy Warhol, quando posou para Hoepker, não tinha nada da força pop de sua obra. "Ele estava muito nervoso", lembra o fotógrafo. "Parecia um zumbi, muito distante, absolutamente frio." No caso de Erwitt, a missão impossível que pode parecer fotografar Fidel Castro e Che Guevara resultou bem fácil. Ele conta que chegou a Cuba, conheceu uma equipe que fazia um documentário sobre o regime e se misturou ao grupo. "Ficamos lá fumando charutos o tempo todo, eu, Fidel, Che", conta. "Eu fotografei o que podia entre um charuto e outro."

Imagens fora do roteiro
Do outro lado do mundo, o brasileiro Miguel Rio Branco, hoje correspondente da Magnum e com exposição individual na mostra, fotografou cenas de Tóquio para um livro sobre os bastidores do filme "Babel", de Alejandro Iñárritu. Dos 20 dias que passou na cidade, registrou uma série que vai muito além do filme -cujos trechos em Tóquio contam os dramas de uma adolescente surda. Rio Branco, abusando das cores fortes que o consagraram, lança um outro olhar sobre a metrópole: deslumbrante e vazia.

I-CONTEMPORÂNEO
Quando: de quinta a domingo (14/ 9), das 14h às 21h
Onde: shopping Iguatemi - 9º andar (av. Brig. Faria Lima, 2.232, tel. 0/ xx/ 11/8584-1747; livre)
Quanto: entrada franca

sexta-feira, 5 de setembro de 2008